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Hinos e Símbolos

LETRA OFICIAL, DESCRIÇÃO E FORMA DE APRESENTAÇÃO DO HINO MUNICIPAL
 
 
HINO A CANDEIAS
Letra: Vitalina Alvarenga
Musica: Maestro Belmiro Costa
Arranjo: Maestro Alan Ferreira Barreto
 
I                                                                    
Eia! Avante, cidade de Candeias!
Belo rincão para nós, sem par!
Pura fonte de exemplo cristalino,
Onde o pobre encontra seu lar!
 
Refrão
Ninho adorado, idolatrado!
A ti, consagramos nossos corações!
Dar-te a vida, queremos, triunfantes,
Como nobres e firmes campeões!
 
II
Como é bela esta imensa clorofila
Que cobre teu solo com firme lealdade!
O céu azul, estes ares, estas terras
Traduzem fé, esperança e caridade.
 
III
Honra de Minas e do povo candeense
No sublime setor da religião.
Salve, salve! Recebe o nosso Hino,
O tributo da nossa gratidão!
 
 
*
A apresentação e execução do Hino a Candeias se dá em voz uníssona. A melodia, arranjada pelo Mastro Alan Ferreira Barreto é em fá maior, 90 BPM, iniciada por uma introdução. Após cada repetição do refrão há um breve interlúdio e a introdução inicial é convertida em um segundo interlúdio, igualmente repetida no final da execução. Extraída e devidamente revisada do livro “Candeias, História de um povo e sua terra” (2020), de autoria do historiador candeense Carlos Eduardo Alves Silva, esta é a descrição da letra:
“De estrutura simples, o Hino a Candeias é composto pela poesia de Vitalina Alvarenga  (Niguita) e música do maestro candeense Belmiro Costa e arranjo do Maestro Alan Ferreira Barreto. Trata-se de uma poesia formada por quatro quartetos, sendo constituído em três estrofes e um refrão.
A primeira estrofe do hino suscita um sentimento progressista à cidade de Candeias. Classificando o lugar como rincão, a poetisa o qualifica como um lugar ímpar, sem igual. Emoldurado pelos ribeirões e matas é “fonte de exemplo cristalino” dos sentimentos expostos no final da segunda estrofe. Esse recanto é aconchegante, “onde o pobre encontra seu lar”. Todos são acolhidos com igual hospitalidade desse povo.
O refrão é a expressão máxima do patriotismo pela terra natal, principalmente no primeiro verso “Ninho adorado, idolatrado!”. O ninho é o lugar mais seguro e aconchegante para os pássaros, onde vivem na companhia materna, e vendo a terra natal como esse ninho singular, a compositora denota-o como a casa materna, um lugar “adorado, idolatrado”, augusto e digno de veneração e consagração dos corações. Isto é concretizado no almejo de que, triunfantes, como quem vence obstáculos e lutas, como verdadeiros campeões, nobres e sempre em prontidão, os cidadãos candeenses querem dar a vida por este torrão.
A segunda estrofe é uma exaltação à natureza do lugar. Afirma que “é bela esta imensa clorofila que cobre teu solo com firme lealdade”. A “imensa clorofila” remete ao extenso território que o município possui, porém, único, que “cobre o solo com firme lealdade”, sempre o mantendo vívido, produzindo seus frutos e alimentando seu povo. É também belo “o céu, os ares, a terra”, que respectivamente “traduzem fé, esperança e caridade”, as três virtudes teologais. O Céu faz alusão à fé do povo, expressa novamente na terceira estrofe. O ar alude à esperança de um mundo melhor, que vem repentinamente calma, assim como o vento que se achega silencioso, em brisa suave. A terra alude à caridade, onde o que se produz é partilhado e o cuidado com a mesma terra reflete no cuidado e amor às suas próprias vidas. Esses sentimentos completam o “exemplo cristalino”, límpido, reluzente, claro, puro, apresentado na primeira estrofe.
A terceira estrofe expressa um sentido religioso e de gratidão. Candeias, “no sublime setor da religião” é “honra de Minas” e do próprio povo candeense, a sua maior glória. Finaliza essa estrofe com uma saudação e pedido a Candeias, que receba esse hino, em forma de tributo, algo necessário, em gratidão por tudo que esta terra oferece: a hospitalidade, por este rincão singular, por este céu, por estes ares, estas matas e terras candeenses; pelo ninho adorado e pela casa materna que é.”
 
 

 

              Bandeira

                                                                                      
FORMA OFICIAL E DESCRIÇÃO DA BANDEIRA MUNICIPAL
 
 
Dimensões
A Bandeira Municipal deve conter 20 (vinte) módulos de comprimento por 14 (quatorze) módulos de altura. O Brasão de Armas deve estar centralizado a 4,95 módulos das laterais verticais e a 2,5 módulos das laterais horizontais. O Brasão de Armas, portanto, em proporcionalidade, deverá ter 9 (nove) módulos de altura por 10,1 (dez vírgula um) módulos de comprimento.
 
 
Descrição vexilológica e heráldica da Bandeira Municipal
A bandeira do Município de Candeias é constituída por um retângulo cujo comprimento é equivalente a vinte módulos e cuja altura corresponde a quatorze módulos, configurando uma proporção de 14:20 ou reduzida a 7:10, sob fundo de azul-claro. No centro da peça vexilológica figura o brasão municipal, conforme instituído, servindo de carga heráldica principal.
Campo e cor:
O campo da bandeira é todo de azul-claro, o qual simboliza o manto da venerada padroeira da cidade, Nossa Senhora das Candeias, cuja iconografia é tradicionalmente representada com manto nessa tonalidade. A adoção desse tom de azul-claro matricula-se tanto no brasão (na fita/pergaminho) como no pano da bandeira. Em linguagem vexilológica, o azul-claro constitui o esmalte dominante do campo, e em heráldica equivaleria ao “azul” (azure) clareado, evocando pureza, devoção e tutela.
Carga central:
Sobre esse campo aparece o Brasão de Armas do Município, que, em termos heráldicos, consiste em escudo de estilo português (escudo pleno) sobreposto a diversos elementos e suportes simbólicos.
O escudo português abriga, ao centro, a representação da serra do Bom Jesus, erguendo-se como muralha protetora da cidade. Sobre a serra nasce o sol do novo dia, iluminando três árvores de candeia que, por sua vez, simbolizam os três poderes constituídos no Município: Executivo, Legislativo e Judiciário.
Por detrás do escudo, figura um triângulo vermelho que representa o Estado de Minas Gerais, expressão da união política e administrativa do Município àquela Unidade Federativa. Inserida no vértice superior desse triângulo, uma cruz representa a fé cristã que fundamentou o surgimento da cidade.
No topo do escudo repousa um casteleto, tratamento heráldico que indica a categoria de “cidade”. Aos flancos do escudo, dispostos em ramos côncavos laterais, um ramo de café e outro de milho simbolizam os cultivos agropecuários que constituem a maior riqueza agrícola do município.
Abaixo do escudo, uma fita-pergaminho de cor azul-claro (coincidente com o campo da bandeira) ostenta as inscrições: à direita do escudo, o ano “1754”, quando em 18 de outubro daquele ano foi concedida a primeira sesmaria, a Sesmaria das Sete Lagoas da Picada de Goiás, no interior da qual se ergueu a capela de Nossa Senhora das Candeias; à esquerda do escudo, o ano “1938”, quando, pelo Decreto-Lei nº 148 de 17 de dezembro, o Distrito emancipou-se, passando a denominar-se “Candeias”. O nome “CANDEIAS” aparece centralizado na fita/pergaminho.
Proporção e disposição vexilológica:
Como mencionado, a proporção adotada é de 14 módulos de altura por 20 módulos de comprimento. Neste formato, o brasão ocupa posição central há 4,95 módulos das laterais verticais e há 2,5 módulos das laterais verticais. O Brasão de Armas, portanto, em proporcionalidade, deverá ter 9 (nove) módulos de altura por 10,1 (dez vírgula um) módulos de comprimento, conferindo equilíbrio e simetria à composição vexilológica. Em termos de heráldica aplicada à vexilologia municipal, essa disposição assegura visibilidade e distinção do símbolo municipal em hasteio e uso público.
 
 
Simbologia integrada:
O azul-claro do fundo evoca a proteção de Nossa Senhora das Candeias, reforçando o vínculo devocional dos fundadores da localidade e à primeira origem do toponímico da cidade.
As três árvores de candeia remetem à segunda origem do topónimo “Candeias” e simultaneamente simbolizam os três poderes municipais, integrando história, geografia e administração.
A serra do Bom Jesus, como muralha, associa-se à proteção, à paisagem local e à identidade do lugar.
O sol nascente alude ao nascimento da comunidade, ao amanhecer de um povoado que se tornou município.
O triângulo vermelho representa, de modo heráldico sugerente, a integração de Candeias no Estado de Minas Gerais, visível e explícita.
A cruz simboliza a fé cristã predominante, a matriz cultural da comunidade, e a cor branca ao desejo de paz constante.
O casteleto expressa a importância da categoria urbana de cidade, conforme a tradição heráldica municipal.
Os ramos agrícolas (café e milho) evocam a base produtiva e econômica do município, integrando a vocação local à simbologia formal.
Os anos de 1754 e 1938 inscritos na fita-pergaminho atestam marcos históricos da origem e da emancipação política-administrativa do Município.
 
Legitimação heráldica e vexilológica:
Sob o prisma da heráldica, o brasão municipal foi formalizado e desenhado pelo Sr. Bóvio Riani, conferindo unicidade e distinção ao símbolo da localidade. Como tipologia vexilológica, a bandeira é uma bandeira heráldica — ou seja, porta um brasão (charge) central, conforme classificação de bandeiras heráldicas que contêm em sua composição escudos ou emblemas heráldicos.
A bandeira municipal de Candeias, assim descrita, constitui um emblema visual que integra de modo harmônico a história de ocupação e emancipação, o vínculo estadual, a paisagem local e a economia municipal, elementos estruturados segundo os preceitos da heráldica (na composição do brasão) e da vexilologia (na construção da peça vexilológica). Trata-se de símbolo singular, único e representativo da identidade coletiva de Candeias.
 
 

 

                    Brasão

                                                                                                            
DESCRIÇÃO E SIGNIFICADO OFICIAIS DO BRASÃO DE ARMAS

  
Extraída e devidamente revisada do livro “Candeias, História de um povo e sua terra” (2020), de autoria do historiador candeense Carlos Eduardo Alves Silva:
“Certamente, o Brasão Municipal é o mais importante símbolo do município, sobretudo porque contém em si a história do lugar e suas peculiaridades, de forma simbólica. Os brasões são de origem europeia medieval e buscam identificar famílias, regiões, cidades, estados, dentre outros. Toda cidade possui um brasão e, como citado, ele apresenta as características do lugar identificado. É singular, único de cada localidade.
O brasão da cidade de Candeias, desenhado pelo Sr. Bóvio Riani, contém alguns elementos históricos e econômicos. Ao centro, o Escudo Português, pleno, traz a Serra do Bom Jesus que como uma muralha protege a cidade e, por ela, nasce o sol do novo dia, iluminando as três árvores de candeia que representam os três poderes: Executivo, Legislativo e Judiciário.
Por detrás do escudo, o triângulo vermelho representa o Estado de Minas Gerais, simbolizando a completa união do município com Minas Gerais, de cujo Estado é integrante. Bem acima do escudo, no triângulo, há uma cruz que representa a Fé Cristã do povo candeense.
O casteleto sobre o escudo significa a categoria de cidade, em Heraldica (arte de formar e descrever o brasão).
Os ramos das laterais, um de café e outro de milho, simbolizam a maior produção agrícola de riqueza do município.
De cor azul-claro, representando o manto de Nossa Senhora das Candeias, Padroeira da Cidade, a fita/pergaminho vem abaixo do escudo e traz as seguintes inscrições: à direita do escudo, o ano de 1754, quando em 18 de outubro foi concedida a Domingos Rodrigues Lima Tendais a primeira sesmaria dessa região, a Sesmaria das Sete Lagoas da Picada de Goiás, dentro da qual se construiu uma Capela a Nossa Senhora das Candeias, entorno da qual surgiu o povoado com este nome; à esquerda do escudo, o ano de 1938, quando, pelo Decreto-Lei nº 148 de 17 de dezembro daquele ano, o Distrito de Nossa Senhora das Candeias emancipou-se, político-administrativamente, passando a denominar-se CANDEIAS, como está inscrito ao centro da fita/pergaminho.”
 


                                                                                                             

Hino de Minas Gerais
Minas Gerais não possui um hino oficial. No entanto, várias composições dedicadas ao Estado se tornaram conhecidas ao longo do tempo. Uma delas é o ‘Hino a Minas’, com letra de João Lúcio Brandão, e música do padre João Lehmann. Apesar de nunca ter sido oficializada, no início do século XX, a composição era muito ouvida nas escolas e fazia parte do hinário (livro de hinos) distribuído nos estabelecimentos de ensino.

A canção que ganhou maior popularidade, inclusive fora do Estado, foi ‘Oh, Minas Gerais’. Trata-se de uma adaptação de uma tradicional valsa italiana, chamada Viene sul mare, introduzida no Estado por companhias líricas e teatrais daquele país que vinham ao Brasil no século XIX e início do século XX. A letra foi feita pelo compositor mineiro José Duduca de Morais, o De Moraes, gravada em 1942. Fonte: https://www.mg.gov.br/conteudo/conheca-minas/nossos-simbolos/hino

Oh, Minas Gerais

Oh! Minas Gerais (bis)
Quem te conhece não esquece jamais
Oh! Minas Gerais...
 
Lindos campos batidos de sol, ondulando num verde sem fim...
E montanhas que à luz do arrebol têm perfume de rosa e jasmim...
Vida calma nas vilas pequenas rodeadas de campos em flor
Doce terra de matas amenas, paraíso de sonho e amor...
 
Lavradores de pele tostada, boiadeiros vestidos de couro...
Operários da indústria pesada, garimpeiros de pedra e de ouro...
E poetas de doce memória e valentes heróis imortais...
Todos eles figuram na história do Brasil e de Minas Gerais.

Áudios Vinculados
Hino Nacional Brasileiro - Instrumental
Hino Nacional Brasileiro - Coral Exercito Brasileiro
Hino de Minas Gerais Oh, Minas Gerais - Coral
Hino da Proclamação da República Brasil - Coral
Hino da Independência do Brasil - Coral
Hino à Bandeira Nacional - Voz
Hino de Candeias
Seta
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